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quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Irresponsabilidade contínua

Alguns flagrantes de improviso na construção civil. Todos os dias vemos notícias de acidentes de trabalho na construção civil, porém alguns irresnposáveis continuam colaborando para que isso continue acontecendo. Mas isso não é culpa só do trabalhador, o empregador também é um grande culpado pelos altos índices de acidentes nesse setor.

Não basta colocar o trabalhador no canteiro de obras e simplesmente querer produtividade, é preciso que esses trabalhahores tenham condições mínimas de trabalho, como manda a NR-18, trainamentos específicos e EPI's adequados à atividade.

Os Técnicos em Segurança do Trabalho têm a função de fezer os treinamento, indicar os EPI's adequados, sobre tudo, fazer campanhas de conscientização. Mas alguns empregadores continuam querendo fazer vista grossa para sobra as questões de segurança. Talvez os altos índices de acidentes tem haver com a teimosia desses empregadores irresponsáveis.   

Figura - 1


Figura - 2

Figura - 3



Figura - 4












sábado, 20 de agosto de 2011

Helicóptero da Petrobras é encontrado no litoral norte do Rio

Segundo a empresa, mergulhadores encontraram a aeronave no fundo do mar, a 100 quilômetros da costa e 99 metros de profundidade. Há três corpos dentro do helicóptero e um continua desaparecido. A previsão de resgate é para até a madrugada.



A Petrobras informou na noite deste sábado (20) que localizou três corpos, ainda não identificados, e a aeronave desaparecidos desde a última sexta-feira (19). De acordo com a empresa, eles foram encontrados no fundo do mar, a 99 metros de profundidade e a 100 km da costa. O procedimento para o resgate ja foi iniciado.

Estavam na aeronave os passageiros Ricardo Leal de Oliveira, auxiliar técnico de planejamento da Engevix, e João Carlos Pereira da Silva, técnico de inspeção da Brasitest, o piloto Rommel Oliveira Garcia, além do copiloto, cujo nome não foi divulgado a pedido da família.

Ainda segundo comunicado da Petrobras, prosseguem as buscas para a localização da quarta pessoa desaparecida, sob coordenação da Força Aérea Brasileira (FAB) da Marinha do Brasil.

Na noite de sexta-feira, o helicóptero havia solicitado autorização para um pouso de emergência no Aeroporto de Macaé, na Região Norte Fluminense. Em nota oficial, a Petrobras informou que a aeronave, que pertence à Senior Táxi Aéreo (que presta serviço para a companhia), não chegou ao aeroporto e foi acionado o Plano de Emergência da Bacia de Campos, que deslocou embarcações para as buscas. Além disso, a Força Aérea Brasileira mobilizou duas aeronaves e, a Marinha, dois helicópteros.

Fonte: G1

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Helicóptero que sumiu no RJ fez pouso forçado no mar, diz FAB

Segundo Aeronáutica, aeronave pousou a cerca de 100 km do litoral.
Helicóptero transportava dois tripulantes e dois passageiros da Petrobras.


A Força Aérea Brasileira (FAB) informou, na noite desta sexta-feira (19), que o helicóptero que prestava serviço para Petrobras, e que deveria ter pousado no Aeroporto de Macaé, na Região Norte Fluminense, fez um pouso forçado no oceano Atlântico, a cerca de 100 km do litoral fluminense.

Segundo a Petrobras, a aeronave transportava quatro pessoas, sendo dois tripulantes e dois passageiros. Ainda não há informações sobre vítimas.

Ainda de acordo com a nota oficial divulgada pela Aeronáutica, por volta das 17h15 desta sexta-feira, o helicóptero (prefixo PR-SEK) fez o pouso forçado no mar após decolar da plataforma P-65 da Petrobras, com direção a Macaé. O piloto chegou a declarar emergência à torre de controle do aeroporto.

Buscas
A Força Aérea Brasileira, que coordena as buscas, disponibilizou duas aeronaves - sendo um avião P-95 Bandeirante Patrulha e um helicóptero H-34 Super Puma. Já a Marinha atua com um navio patrulha Guajar e um helicóptero Lynx. A Petrobras informou que, assim que o helicóptero não chegou ao aeroporto, acionou o Plano de Emergência da Bacia de Campos.

De acordo com a Petrobras, o helicóptero pertence a uma empresa que presta serviço à estatal.

A Senior Táxi Aéreo, que presta serviço para a Petrobras, informou que está investigando o caso.

Fonte: G1

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Cresce o número de acidentes com morte na construção civil

Segundo o Ministério do Trabalho, 376 pessoas morreram no ano passado em acidentes na construção civil. Em Salvador, na Bahia, a polícia investiga o que provocou a queda de um elevador em um prédio em construção. Nove operários morreram.


Uma pergunta circula pelos canteiros de obra de todo o Brasil: falta segurança ou sobra displicência? O número de acidentes com morte na construção civil é muito grande. São centenas de mortos todos os anos. A construção civil cresceu muito, e o número de obras aumentou bastante. Pelos canteiros, o que mais se vê é o descuido com a segurança.

Em Sorocaba, no interior de São Paulo é um barulhão que qualquer um ouve de longe. O recomendável para o ouvido humano é até 85 decibéis. A britadeira atinge 110 decibéis.

"Tenho medo de ficar surdo. Ele foi buscar para mim lá em cima. Se parar o trabalho, vai atrasar um pouco mais o serviço", conta um operário. O operador do equipamento usa protetor nos ouvidos, mas não nos olhos. "Isso aqui é uma coisa rápida", diz outro operário.

Essa falta de cuidado com a vida vai refletir diretamente nas estatísticas. As mortes no setor da construção civil têm aumentado bastante. Trabalhar em grande altura sem nenhum equipamento de segurança obrigatório, como capacete, luvas e cinto, é se expor demais ao perigo. Segundo o Ministério do Trabalho, 376 pessoas morreram no ano passado em acidentes na construção civil.

Em Salvador, na Bahia, a polícia investiga o que provocou a queda de um elevador em um prédio em construção. Nove operários morreram. Eles despencaram de uma altura de 80 metros. A construção foi embargada por tempo indeterminado pelo Ministério do Trabalho. Só será reaberta quando a empresa cumprir as exigências dos técnicos para dar mais segurança aos trabalhadores.

Em Parnamirim, região metropolitana de Natal, Lenilson da Silva, 21, morreu depois de cair de um prédio. Ele tentava passar do elevador para o bloco ao lado quando despencou do nono andar. Em São Luiz, no Maranhão, os cabos de aço do elevador de uma obra se romperam na semana passada. Um trabalhador morreu e seis ficaram feridos.

Em Sorocaba, interior de São Paulo, dois homens morreram soterrados quando abriam uma vala. Um dos problemas é que cresce a quantidade de novos empreendimentos, mas a fiscalização não acompanha o mesmo ritmo.

"O número de fiscais por canteiro de obras ou por empresas é muito pequeno em relação ao que era há 15 ou 20 anos atrás", diz o auditor do Ministério da Fazenda, Antonio do Nascimento.

Além de ter poucos fiscais, falta a conscientização de patrões e empregados. Em uma construção, o encarregado só se lembrou de distribuir os capacetes quando percebeu que os trabalhadores estavam sendo filmados.

"A parte da empresa não é só fornecer o equipamento de segurança. A empresa precisa fornecer o equipamento de segurança e também ter um profissional para treinar esse pessoal do uso correto desse equipamento de segurança. A partir do momento que ela cumprir com a parte dela, eu tenho certeza de que os acidentes diminuirão muito", diz João Donizetti Martins, do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil de Sorocaba.

O Ministério do Trabalho informou que tem três mil fiscais em todo o Brasil e que não há previsão para um novo concurso este ano.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Acidente em canteiro de obras mata operários em Salvador

Queda de elevador matou nove pessoas, dizem bombeiros.
Acidente aconteceu na manhã desta terça (9), na região da Av. ACM.

Imagem mostra o local do acidente; mortes deixaram funcionários abalados
(Foto reprodução TV Bahia).
 Um acidente ocorrido na manhã desta terça-feira (9) em um canteiro de obras na Avenida Antônio Carlos Magalhães (ACM), na região do Iguatemi, em Salvador, provocou a morte de nove operários, de acordo com a assessoria de comunicação do Corpo de Bombeiros. Um elevador despencou do 20º andar da obra por volta das 7h30.

Três equipes dos bombeiros foram encaminhadas para atender a ocorrência. Até por volta das 10h, os bombeiros não tinham informação sobre feridos. Também atuavam no local do acidente equipes da Polícia Militar, funcionários do Departamento de Polícia Técnica (DPT) e policiais da 16ª Delegacia, responsável pela área, que investigarão as causas do acidente.

O superintendente da Superintendência de Controle e Ordenamento do Uso do Solo (Sucom), Cláudio Silva, esteve no canteiro e informou que os trabalhos foram suspensos por tempo indeterminado. Silva acrescentou que a obra possui licença e alvará regularizados para funcionamento.

A empresa responsável pelo canteiro não havia se pronunciado sobre o acidente até por volta das 9h.

Primeiro dia
O operário Ailton Alves Reis, irmão de um dos homens que morreu na queda, afirmou que o acidente ocorreu na terceira vez do dia em que o elevador fazia a subida. Segundo ele, seu irmão era o funcionário Antônio Alves Reis, de 56 anos, conhecido como Itinga, que estava no primeiro dia de trabalho naquele canteiro. Airton Reis contou que conversou com o irmão momentos antes de entrar no elevador. “Ele disse que ia lá em cima ver como estava o trabalho”, disse Ailton Reis.

O diretor do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Construção (Sintracom), Raimundo Brito, informou ao G1 que acompanhava o trabalho das equipes da polícia e bombeiros. "Nós não podemos falar muito neste momento, mas infelizmente a construção civil passa por problemas de segurança. Queremos uma discussão sobre segurança e condições de trabalho fora de momentos como este", lamenta Brito.


Fonte: G1

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Rio de Janeiro planeja luta contra acidentes de trabalho

O Tribunal Regional do Trabalho do Rio de Janeiro sediará, no dia 27/7, às 16h, a assinatura de um Protocolo de Intenções para implementação de ações visando à promoção de saúde e prevenção de doenças ocupacionais e acidentes de trabalho.

Reunidas pelo mesmo propósito estão a Secretaria de Estado de Trabalho e Renda do Rio de Janeiro, o TRT/RJ, a Procuradoria Regional do Trabalho da 1ª Região, a Superintendência Regional do Ministério do Trabalho e Emprego, e a Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho da 1ª Região (Amatra1).

Juntas, as cinco instituições realizarão ações voltadas à prevenção dos riscos ambientais e à eliminação ou redução das condições que impliquem em risco à saúde física e mental dos trabalhadores. Entre as medidas práticas já previstas, estão a criação de um grupo de trabalho interinstitucional e o lançamento de uma campanha.

Somatório de forças regionais
A data escolhida para assinatura do acordo celebra o Dia Nacional de Prevenção de Acidentes do Trabalho. De acordo com dados do Anuário Estatístico da Previdência Social, em 2009 o Brasil registrou 723 mil ocorrências de acidentes no trabalho, com 2.496 óbitos – quase sete mortes por dia.

A iniciativa fluminense é a primeira em âmbito regional e vem somar-se aos esforços que já estão sendo empreendidos nacionalmente por instituições como o Tribunal Superior do Trabalho, que lançou o Programa Nacional de Prevenção de Acidentes de Trabalho, em maio deste ano.

A assinatura do Procotolo de Intenções será realizada no Salão Nobre da Presidência do TRT/RJ, localizada na Avenida Presidente Antonio Carlos, nº 251, 8º andar, no Centro do Rio de Janeiro.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Índice de acidentes de trabalho caiu cerca de 6% em MG

No primeiro semestre deste ano, o índice de benefícios por acidentes de trabalho na zona rural, cedidos pela previdência social do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), apresenta uma queda de 6,3 % em Minas Gerais. De acordo com dados divulgados pelo INSS, nos primeiros seis meses de 2010 foram concedidos 973 benefícios contra 911 no mesmo período de 2011.

Para evitar acidentes, o Ministério do Trabalho exige que os trabalhadores que operam máquinas agrícolas tenham treinamento. Além disso, também é obrigatório o uso de equipamentos de proteção individual. No caso da colheita do café, por exemplo, é necessário luvas, protetor de ouvido e óculos.

O uso destes equipamentos é essencial e podem evitar lesões graves, como aconteceu em outubro do ano passado com Eli Ferreira. Ele perdeu a vista direita quando estava serrando uma árvore e os resíduos atingiram seu olho. "Se eu estivesse com os óculos, não tinha acontecido isso", admite o trabalhador que está afastado do trabalho desde então.

Para evitar acidentes de trabalho como o de Eli, o engenheiro agrícola Erowilson Barbosa percorre as lavouras de Minas Gerais orientando os trabalhadores sobre questões de saúde e segurança. Dicas que tornam o as atividades do campo mais tranqüilas e reduzem as chances de acidentes. "Se eu trabalho com as luvas, óculos ou protetor facial e meu fone de ouvido, eu vou trabalhar com segurança", afirma o engenheiro.